Nossas lindas mulheres na comissão de frente, com todos os estandartes... na primeira foto o estandarte do ano, nosso décimo quarto carnaval.
Nossa bateria maravilhosa, inclusiva, comandada pelo mestre Carlitos Brasil...Grande parceria Bloco do Bigode, nossa maravilhosa cantora Solange Caetano... e SÔ Marcelo, gente! Arrasou... como sempre. Nossa gratidão a essa família linda!!! E nosso queridíssimo FIL, Felipe Fil... no violão... ele já é da família Caetano ... ou Brasil... assim como da família SBC... Carnaval SBCense inclusivo...

Como tradição, passamos na casa das velhinhas, que sempre se emocionam e cantam com a gente.

Final de festa...
E nossa admiração pela turma da SLU, todas e todos alegres e participantes, trabalham com a maior eficiência e ainda se divertem nos blocos.
Acima uma pequena resenha do nosso carnaval SBCense 2026: ARTE SALVA
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@sambabobagemcerveja
"O carnaval é revolucionário! Usamos máscara o ano inteiro. No carnaval ficamos livres", disse uma amiga. E nós pensamos mais ainda: A alegria é revolucionária! Precisamos tirar as máscaras e sermos mais livres durante todo o ano. O carnaval pode ser um modelo para a vida, ele destrói os 'afetos tristes' que alimentam o fascismo, o autoritarismo, o racismo, os preconceitos...
Eu me encontrei, no ônibus, com uma senhora triste, ela confidenciou que tinha separado há pouco tempo e que não sabia o que fazia da vida... eu a convidei para se juntar a nós, ela disse que pensaria nisso. Pois bem, ao descermos do ônibus, ela relatou horrorizada que tinha visto dois homens 'fazendo sexo' na rua, isso era o carnaval, para ela. Gente, isso era em torno de treze horas e em plena savassi. Imaginei que ela teria visto dois homens se beijando, talvez. E pensei que assim são os 'afetos tristes', esses que não toleram as diferenças, a liberdade.
A palavra orgia vem do grego antigo "órgia", que significa "ritual". Era usada para descrever ritos e cerimônias relacionadas a Dionísio, deus do vinho e do êxtase. As orgias dionisíacas eram sempre coletivas, muita música, dança e muito vinho, o prazer era coletivo e o corpo era um meio de contato com o sagrado. A busca era do êxtase e da comunhão. O prazer, a alegria coletiva. A lente da moral cristã mudou o conceito de 'orgia' e excluiu o prazer coletivo. O corpo vira pecado. E a submissão aos preceitos vira regra para uma vida que não é essa vida "carnal".
Daí que o carnaval é revolucionário: recuperar o coletivo, sair do eu - do individualismo - e experimentar o nós - o coletivo. Precisamos, sim, fazer o carnaval durante todo o ano, de diversas formas, ou seja, praticar o coletivo, a fim de construirmos um mundo melhor... aqui mesmo nesse mundo!
Feliz carnaval o ano todo! Abraços carinhosos...
Santuza TU








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