Começamos apresentando nossa Porta Estandarte 2023, alegria total.
FINDOU O CARNAVAL
NAS CINZAS PUDE PERCEBER
VITÓRIA DO S B C !!!
Vencemos em todos os quesitos: beleza, empatia, camaradagem, alegria, abraços, entre outros...
Junto com os blocos amigos: TODO MUNDO CABE NO MUNDO, SOU VERMELHO, PADRECO, BIGODE... e todos os blocos da nossa ABRA-BH (Associação dos Blocos de Rua de Belo Horizonte), representado pelo querido Robson, que teve o carinho de guardar na sua casa as tatuagens ASSÉDIO, NÃO!, uma ação da @revim.mg, com o apoio do @crpmg e @cdlbh.
O SBC constata com tristeza como ainda é internalizada, naturalizada, reproduzida, a ideia de que "a culpa é da mulher".
Ouvimos, num ponto de ônibus, diante de um rapaz de bermuda e duas mulheres de short e top, uma senhora dizer:
- Desse jeito que elas andam, depois não querem que aconteça nada...
(tristezas de carnaval... e do nosso mundo...)
Enfim, as tatuagens foram distribuídas em vários blocos... e continuaremos distribuindo durante todo o ano... nos ônibus... na chuva... na rua... nas praças... em todos os bairros...
FANTASIAS INTERESSANTES:
COMIGO NINGUÉM PODE
Muitas do Stuckert, fotógrafo do Lula; muitas da Janja; Jesus...
E a simplicidade das "fantasias" que refletem a "Revolta da Alegria":
E a "Adélia trabalha aqui?" foi ampliada: Drummond trabalha aqui?, Sabino trabalha aqui?, Otto Lara trabalha aqui? Conceição Evaristo trabalha aqui? ... e muitos outros cartazes, denunciando uma ignorância cultural própria de uma classe de governantes que "temem" a cultura.
Pois carnaval é arte, cultura, denúncia, amor e política!!!
E chegamos à terça feira, grande dia do SBC: Nosso encontro começou com a homenagem à nossa madrinha, D. Dulce:
E, logo após, o "grito de carnaval" deste ano: "tá caindo flor":
FLORES DE DEMOCRACIA
FLORES DE LIBERDADE
FLORES DE IGUALDADE
FLORES DE EMPATIA
FLORES DE ALEGRIA
FLORES DE AMOR...
Tivemos, em vez de confete e serpentina, distribuição de flores recortadas de tecidos, que as pessoas colocavam nas roupas e já se transformava num "conceito" do carnaval "Tá caindo flor"; assim como o conceito "ecológico" do SBC, quase nenhuma sujeira...
Nossas lindas floristas
E começamos o CORTEJO, horário "cravado", nossa Regente é exigente, como deve ser:
Além de tudo, ótima cantora... e linda!!!
COMISSÃO DE FRENTE
Outro lance da COMISSÃO DE FRENTE: gente feliz é linda...
Paradinha do desfile na casa de Velhinhas lindas... sempre emocionante...
SEGUE O BLOCO...
SEGUE O BLOCO 2
COMITÊ DE RECEPÇÃO DO CORTEJO
O SBC gosta do desfile, mas gosta muuuiiito da concentração e dispersão... então algumas pessoas são "nomeadas" para receber o bloco, com toda alegria.
Nossos anfitriões
Nosso casal SBCense de fotógrafos e filmadores
Enfim, a dispersão: duas horas de música da melhor qualidade!!! só temos a agradecer a esses músicos maravilhosos: Seu Marcelo e toda a família Bigode, Marcão, Bruno, Fil...
e grande Carlitos, nosso "diretor musical"...
Agradecendo também a Belotur, na pessoa do Kleber, presente e solícito, BHtrans, super pontual, SLU na limpeza logo após o encerramento do evento. E o pessoal da PM que nos acompanhou.
E todas as pessoas presentes... e as que não puderam ir mas trabalharam apoiando nosso bloco!
Por fim, lá pelas 20 horas, um carro da PM passa pra lá e pra cá com a sirene ligada e quase passando no meio fio, assustando as pessoas que ainda estavam no local, dando a impressão de "dispersão" quando já estávamos terminando a festa. Desnecessário, no nosso entendimento. Lá pela terceira ou quarta vez todas as pessoas "aplaudiram" o carro...
E terminamos a festa, sem que isso nos tirasse a alegria...
Até nosso próximo carnaval...
Continuamos nos demais projetos SBCenses... Participem!!!
Agradecendo desde já a todas e todos os SBCenses conosco neste projeto do SBC - SAMBA BOBAGEM CERVEJA: nosso nono carnaval, o último - oitavo - foi em 2020, com o tema VERDE QUE TE QUERO VERDE - Leonardo, salve a Amazônia!... vejam resenha no post de 02 de março de 2020.
E não é que agora, em janeiro, nossa Ministra do Meio Ambiente Marina Silva "fechou" com o Di Caprio operação emergencial para 'salvar' a Amazônia!!! (print - que não me deixa mentir) :
Enfim... SOBREVIVEMOS!!!
Faixa de chamamento já no local, Bar do Léo, Rua Vila Rica esquina com Francisco da Veiga, Bairro Caiçara, Belo Horizonte-MG.
Algumas fantasias já prontas, Carnaval é política - e humor...
Filosofia SBCense: o riso desoxida talentos, inclusive o talento para o bem viver... e acrescentamos: abrir o "globo pensante" para "ver" o mundo - e se colocar como transformadores do mesmo - para um mundo mais justo, mais distributivo, mais alegre.
Quem já dizia coisa parecida, desde o século passado, Dom Helder Câmara (1909-1999), grande nordestino, grande defensor dos direitos humanos durante a ditadura militar no Brasil.
“Se dou pão aos pobres, todos me chamam de santo. Se mostro por que os pobres não têm pão, me chamam de comunista e subversivo”, dizia Dom Helder.
Para o SBC a alegria é subversiva, é revolucionária, transgressora, pode mudar o mundo, começando pelo "nosso mundo"...
Continuando... e recordando: o SBC é ABERTO, INCLUSIVO, ANÁRQUICO, DEMOCRÁTICO, ECOLÓGICO... FEMINISTA ... e INTERGERACIONAL (acrescentamos...)
Viva a juventude de todas as idades!!! E abaixo os "padrões de juventude"!!!
Como nossa querida homenageada, Dona Dulce, a alegria em pessoa... vejam (ou releiam) nosso post de 29 de janeiro de 2023 e fiquem por dentro da nossa programação: dia 21 de fevereiro a partir das 14 horas...
Tenho cabelo curto desde adolescente - ou pré adolescente, quando cortava no estilo Elis Regina. Naquela época era super revolucionário este cabelo muuuuuiiiitoooo curto. E eu me identificava com essa mulher transgressora, forte, determinada... era assim que eu a via... e era minha referência, o que eu queria "ser quando crescesse".
Especialistas em linguagem corporal falam sobre a questão dos cabelos curtos nas mulheres. E dizem que quando as mulheres cortam os cabelos, elas se sentem mais poderosas, mais donas de si, mais independentes e mais corajosas. Dizem, ainda, que cabelos curtos fazem as mulheres serem cada vez mais decididas, mais práticas e que não aceitam menos do que merecem. "Quem encara as tesouradas demonstra que não tem mais paciência para os joguinhos típicos da conquista", diz uma dessas especialistas, Cristina Cairo.
Mas sempre importante lembrar que a mulher tem o cabelo que ela quiser... quando descobrimos que nossa força não está nos cabelos e sim em nós, com certeza vamos muito mais longe. Ai, sim, estamos mais livres... um pouco mais do que ontem e um pouco menos do que estaremos amanhã...
Inspirada na atriz Danuta Stenka no filme REDE DE ÓDIO, produção polonesa de 2020, excelente, recomendo - leiam nosso post de 12 de agosto de 2021: 'Na mesma mesa' , resolvi mudar o corte... Meu cabelereiro, Tiago, super recomendo pra quem gosta de cabelo curtinho, ele adooora cortar bem curtinho (já repararam que tem cabelereiroxs que não gostam?) ... Tiago está agora com estúdio na sua própria casa, no bairro Carmo, em Belo Horizonte.
Seu contato no Whats: 31 9784-2121
Demos o nome a este corte: estilo "hominho" ... Meu neto pré adolescente também adora cortar desse jeito. Outra amiga dá o nome de "Joãozinho". Ela conta que quanto passou no "exame de admissão" - século passado, hoje quinta série do fundamental, sua mãe disse para ela escolher um desejo que ela atenderia... pois não é que a menina escolheu cortar o cabelo tipo Joãozinho, era seu sonho. A mãe atendeu, antes ela tinha o cabelo grandão e esticado numa trança - ou rabo de cavalo, como se dizia no século passado - que dava dor de cabeça a noite. Enfim, este corte é uma máquina 4 (ou 2) com um "topete" que você pode fazer do jeito da atriz ou deixar sem pentear - fica bom também.
E, no mesmo dia que cortei, fui no niver de uma amiga. Algumas acharam o corte - outras não... não podemos agradar todo mundo, agrademos a nós mesmas.
E uma disse: tá parecendo uma calopsita! eu ri... e pratiquei humildade... não sei (e nem vou saber...) se ela estava fazendo um elogio ou uma 'gozação'... e reportei aos nossos conceitos SBCenses de BemViver e BemRelacionar:
- O primeiro deles trata de um "exercício" que o SBC pratica sempre entre as amigas e amigos, principalmente entre amigas... Pois é próprio da nossa cultura (ou seja, é historicamente aprendido) a rivalidade entre nós, mulheres. Pois bem, para combater essa rivalidade nós praticamos uma ampliação do termo "piropa"; e fazemos sempre 'piropas' entre nós - uma ressignificação da palavra, pois originalmente "piropa" está no campo de "cantadas", no campo afetivo-sexual. Mas nós fazemos muitas "piropas" umas com as outras - a prática do "empoderamento" é, para nós, a arte da piropa entre amigas (e também entre amigos).
- A segunda ideia SBCense é: caso você tenha dúvida em relação à fala da amiga com você, prefira sempre interpretar como uma "piropa"; pois se a intenção dela era te destruir o veneno ficará com ela e você terá realizado a apropriação da palavra para o seu bem-estar... Assim como, na história, algumas palavras que eram "ofensivas" foram ressignificadas por grupos que sofriam vários tipos de violência, inclusive a verbal. E, ao fim, os grupos conseguiram dar o valor positivo ao termo. Isso aconteceu, por exemplo, com a palavra QUEER; nos anos 90 essa palavra era usada super pejorativamente para os gays; e agora QUEER significa, num conceito mais amplo, liberdade para "ser que você quer ser".
O SBC nos ensina muito para o bem viver e bem relacionar... Tenho orgulho de pertencer a este grupo.
Recordei, mais uma vez, a "música da minha vida", uma música que me energiza, me dá força e coragem... para a vida... como os cabelos curtos...
Francesco Alberoni, jornalista, escritor e professor de sociologia italiano, hoje com 93 anos. Publicou, em 1979, "Enamoramento e Amor", o seu livro mais traduzido e mais vendido, o primeiro da trilogia "A amizade" (1984) e "O erotismo"(1986).
Alberoni desenvolveu a "teoria dos movimentos coletivos". onde explica o processo histórico como o resultado de dois tipos de forças: por um lado, as utilitárias e econômicas, que transformam e inovam mas não criam solidariedade social, e, por outro lado, as representadas pelos movimentos, que só podem surgir da solidariedade social.
No livro ENAMORAMENTO E AMOR ele explica oenamoramentocomo um movimento... ea única diferença para outros movimentos sociais é que o enamoramento é realizado a dois... E o enamoramento, como movimento, vai "desembocar" em três possibilidades: o DESENAMORAMENTO - neste caso o ruim é que quase sempre não acontece para os dois ao mesmo tempo; a segunda possibilidade é o que ele chama de PETRIFICAÇÃO - e é o que, normalmente, chamamos de AMOR, ou seja, a "institucionalização" do sentimento... e aí, quase sempre, o mesmo vai acabando; e a terceira possibilidade é o que ele chama de AMOR - uma "instituição aberta", a se construir permanentemente.
No livro O EROTISMO Alberoni parte da premissa de que os homens diferem das mulheres - não pela "natureza", mas porque "aprendemos", ou seja, somos histórico e culturalmente diferentes - no que diz respeito à sensibilidade, fantasias, desejos e reações. Na primeira parte do livro ele estuda as diferenças entre o erotismo masculino e o feminino. Na segunda, o sonho da mulher, sua sensibilidade tátil, corpórea e o desejo que a percorre de deixar uma marca indelével por onde quer que passe. Na terceira, o sonho do homem: o que a palavra seduzir significa para ele, o seu medo de se envolver com o amor e a maneira que adota para melhor lidar com a sexualidade. Alberoni fala, também, do ciúme em todas as suas formas e das contradições impostas pela sociedade: ela manda que as pessoas seduzam, sejam agradáveis mas se mantenham fiéis. Por fim, ele coloca a possibilidade de convergência: o encontro entre o erotismo masculino e o feminino, à luz da psicologia e da poesia.
Por último, no livro A AMIZADE, Alberoni afirma que essa é a única relação afetiva incompatível com a ambivalência. Já vimos que, no enamoramento podemos odiar a pessoa amada. Podemos ser ambivalentes em relação aos nossos pais ou aos nossos filhos. Não podemos, ao contrário, ser ambivalentes em relação ao amigos. Caso aconteça a ambivalência, a amizade sofre e, se a ambivalência continua, desaparece. É este, provavelmente, o motivo pelo qual os amigos preferem ver-se de quando em quando, quando têm vontade, em lugar de viveram juntos. Uma convivência contínua cria, inevitavelmente, motivos de dissabor, de ressentimento, pequenas coisas que, no entanto, somando-se, se podem tornar grandes. A convivência tende a consolidar as relações afetivas mas, ao mesmo tempo, divide. Os enamorados escolhem esta estrada a este risco porque tendem à fusão. A amizade, pelo contrário, prefere renunciar à fusão a favor do encontro. O encontro é sempre positivo. A amizade , então, pode ser definida como uma série de bons encontros.
Li essa trilogia lá pelos idos dos anos 80 - século passado, e foi, como costumamos dizer nas nossas reuniões SBCenses, "o livro que mudou minha vida" (no caso, os livros). Verdade que a amizade não "cobra", o amor (como o conhecemos e vivenciamos) costuma cobrar. Xs amigxs, passamos tempos sem ver algum ou alguma e, quando nos reencontramos, parece que "foi ontem"! Recomeçamos a conversar como se o tempo não tivesse passado, assim são as amizades.
E foi por isso que me lembrei, na semana passada, dessa trilogia, particularmente da AMIZADE: pois foi um belo reencontro, há cerca de 15 anos não nos víamos. Nos encontramos no Bar do Museu, Clube da Esquina, em Santa Tereza. Ele mora agora em Araxá. E o encontro já começou com piropa, pois no SBC o conceito de piropa foi ampliado, fazemos piropa tanto quando queremos "dar uma cantada" quanto piropamos também os amigos e amigas, neste caso significando um elogio, um empoderamento, pois não é que "ganhamos o dia" com um empoderamento?
E ele disse: Minina, tem 30 anos que não nos vemos! e você continua a mesma! E eu respondi: Não Dommingos! Tem uns 15 anos homem! Nos conhecemos já neste século! E já começamos a rir... pois é, a piropa "não colou", vai querer exagerar assim lá em Araxá!
E o Dommingos me trouxe seu livro:
Um livro todinho escrito sem a letra A! É doido, o homem (só de perto) ... e ele tem um outro livro, este voltado para a alfabetização, que é todo escrito sem as vogais!!!
E, continuando no tema AMIZADE, ele dedica o livro à amiga que o ilustrou com lindas imagens:
Esthergilda Menicucci, faleceu aos 82 anos, em 2014. Reconhecida e premiada internacionalmente, Esthergilda tornou-se um dos principais nomes das artes plásticas de Minas Gerais, em mais de 50 anos de carreira, com destaque para a pintura e a escultura. Sua última exposição "Formas e Espírito", apresentou 20 esculturas em bronze e 24 pinturas de seu acervo, e aconteceu na Casa da Fazenda, sede da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História (ABACH).
E fiquei conhecendo um "novo" Domingos: pois não é que o cara já teve uma banda de rock! e era o cantor. Ai o cantor da banda naquele dia lá no Bar do Museu - grande GERE! - seu amigo, o chamou para uma canja. E aí está o Dommingos cantando... meio que destreinado ... rsrs... mas super valeu... Bom demais nosso reencontro. Obrigada querido amigo!
Primeiro, a apresentação do nosso estandarte 2023, TÁ CAINDO FLOR... ainda incompleto, mas já está lindíssimo... aí atrás gente!!! da querida Simone e eu (TU)... rsrs
Grandes reencontros, de "lavar a alma", de encher os corações de alegria...
No Bar do Léo, antiga Pizza do Léo... ainda sem placa nova, mas o churrasquinho... huuummm... delícia!!! Rua Vila Rica esquina com Francisco da Veiga, Bairro Caiçara onde nosso carnaval já é tradição... e retornamos depois desses dois anos... com grandes abraços, alegria e energia de sobra...
Continuamos com o desfile curtinho, só rodeamos o quarteirão, gostamos de concentração e dispersão, nosso bloco e inclusivo e intergeracional... e tem muita gente que gosta de beber...
Querida Dodora e família, nos inspirou e nos ajudou a elaborar nosso poema, que será dito no desfile do nosso bloco, terça feira de carnaval, em homenagem à nossa grande Madrinha Dona Dulce. Trata-se de uma intertextualidade, uma "conversa" com um lindo poema de Mary Elizabeth Frye:
Não chore a beira do meu túmulo
Eu não estou lá...
Eu estou nas festas
Nos aniversários
Nas reuniões alegres
Nas boas conversas
Não chore por mim
Eu não morri
Estou dando risadas
Contando piadas
E dando apelidos pra todo mundo
Rosangela é Risadinha; Maristela é a Pivete; Andreia é a 'do relógio'; Cida é Cidinha, Lu é conceição;
e Tani é Delegada...
E todos os apelidos tem um sentido; e uma piada...
Não chorem por mim
Eu não morri
Eu estou nas viagens
Estou com as amigas da feliz idade
Estou na música
Na dança
Na alegria
Estou no carnaval
E no SBC
Não chore a beira do meu túmulo
Eu não estou lá
Eu não morri
E cantaremos a música Mamãe, que ela adorava:
E cantaremos, além do nosso hino, a música desde ano, inspirada no tema TÁ CAINDO FLOR, que é também uma intertextualidade... ou seria uma intermusicalidade... ou as duas coisas... enfim, já ensaiamos um pouco, e aqui vai o esboço, ou talvez um 'roteiro':
1 - a capela:
Tá caindo flor , tá caindo flor
Lá do céu, cá na terra
Tá caindo flor
BIS (todo mundo!)
2 - BATUCADA
3 - Violão e voz (JUNTO COM TODO MUNDO):
Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais, braços dados ou não Nas escolas, nas ruas, campos, construções Caminhando e cantando e seguindo a canção
Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Os amores na mente, as flores no chão A certeza na frente, a história na mão Caminhando e cantando e seguindo a canção Aprendendo e ensinando uma nova lição
Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Pelos campos há fome em grandes plantações Pelas ruas, marchando indecisos cordões Inda fazem da flor seu mais forte refrão E acreditam nas flores vencendo o canhão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
4 - BATUCADA
5 - Uma pessoa puxando o grito:
flores de democracia, TODO MUNDO: flores de democracia
flores de amor, ...
flores de solidariedade, ...
flores de indignação, ...
flores de mudança, ...
flores de esperança, ...
flores de ação, ...
flores de igualdade, ...
flores de diversidade, ...
flores de Inclusão, ...
flores de empatia, …
6 - TÁ CAINDO FLOR ....
(ROTEIRO AINDA EM ABERTO... ENCAMINHEM SUGESTÕES...)
Apresentamos nossas porta estandartes... O SBC sempre sai com o estandarte do ano na frente... e todos os outros estandartes dos anos anteriores... são levinhos ...
E, a seguir, fotos de amigos e amigas no nosso encontro... O SBC agradece a presença de todas e todos...
Não faremos outros esquentas... faremos oficinas de confecção de flores para a decoração do nosso desfile... quem quiser participar entre em contato no Whats (31) 9636 2288.
Abraços a todas e todos e até nosso desfile na terça feira de carnaval...
Quem nos conhece já sabe: o SBC é um grupo de amigas e amigos e amiges, que começou no Bar Cartola, no Caiçara, em Belo Horizonte, nos idos anos de 2012... ou melhor, já existia antes, mas em 2012 o bar fechou e nós continuamos a nos encontrar, em praças, em casas de SBCenses... e foi aí que começamos a construir nossa identidade: quem somos, o que queremos... e nos definimos como UM GRUPO DE AMIGXS QUE REALIZA PROJETOS SÓCIO CULTURAIS.
E nosso primeiro projeto foi o BLOCO DE CARNAVAL, que desfilou pela primeira vez em 2013. Desde então, cada ano construímos um tema. Muitos temas ótimos, super bem trabalhados, como: PRECONCEITO NÃO, LIBERDADE SIM; MULHERES DO BRASIL; AMOR E POLITICA, NA CAMA E NO MUNDO, entre outros. quase sempre uma marchinha ou um samba sai a partir do tema. Fora nosso hino, de 2013, feito pelo grande SBCense, nosso diretor musical, Carlitos Brasil:
AGORA É HORA
É HORA DO S B C
SAMBA BOBAGEM CERVEJA
CÊ VAI QUERER... OU CÊ VAI CORRER...
outro pedaço da letra, a se pontuar:
E PRA NOSSA ALEGRIA, CADA DIA TEM MAIS GENTE NESSA FILOSOFIA!!!
Pois é... 10 anos do Carnaval SBCense... dois virtuais... e agora, o GRANDE RETORNO!!!
Mesma terça feira de carnaval, este ano será no dia 21 de fevereiro, sempre a partir das 14 horas, mesmo local, Rua Vila Rica, 1315, Bar do Léo, Bairro Caiçara.
E o tema este ano será: TÁ CAINDO FLOR!!!
Flores de LIBERDADE...
Flores de DEMOCRACIA ...
Flores de INCLUSÃO ...
Por falar em inclusão, o SBC, que já se definia como um grupo
ABERTO, INCLUSIVO, ANÁRQUICO, DEMOCRÁTICO, ECOLÓGICO... e FEMINISTA...
incluiu INTERGERACIONAL... sempre seguido da frase "não necessariamente nessa ordem"...
E neste ano faremos uma singela homenagem a nossa querida DONA DULCE, a mais animada dos nosso carnavais, esse ano estará nos abençoando lá de cima, nossa madrinha de bateria, eleita por unanimidade. Saudades eternas...
Mas antes da terça feira gorda - de carnaval - teremos o nosso ESQUENTA. Já na próxima sexta dia 27 de janeiro a partir das 19 horas...
Divulguem, compareçam e levem amigxs que serão incluidxs com a maior alegria...
Gratidão a nossa querida Dione, que fez os cards...