Estandarte prontíssimo! Como é importante a aprendizagem do coletivo! Na construção do estandarte, cada pessoa com a sua contribuição, com a sua mais valia... Sim, tinha hora que parecíamos crianças fazendo arte...
Estilo cabaré, para alguns e algumas, estilo rococó para outros e outras mais chiques... Começamos a fazer fuxicos, a ideia era fazer um estandarte com fuxicos... Numa certa altura nossa anfitriã foi pegar as caixas de tecidos disponíveis... Quando abrimos os olhos brilharam, era muita lantejoula, muito brilho, a cara do SBC... Então mudamos completamente a ideia, abandonamos os fuxicos e construímos outro estandarte. Comentários do tipo: Tom cabaré ficou melhor do que tom rocinha... No entanto gostamos demais também do tom rocinha. Vamos até aproveitar os fuxicos:
E as conversas... Ai, as conversas SBCenses... São ótimas, vão desde o maior escracho, risaiadas... até as mais sérias e comoventes... e reflexivas:
Olhem a exposição de batons...analisem... cada ponta do batom de um jeito... vocês sabem o que significa cada uma dessas pontas? Que tipo de mulher usa o batom e a ponta fica redondinha... e a ponta reta? e tem também a ponta cortada, que parece um triângulo... o que significa cada uma dessas pontas??? Sim, fantasiar é o nosso forte, cada pessoa fantasiou de um jeito... para, ao final, a psicóloga do grupo responder: NADA!!! Absolutamente nada!!! o mesmo que um frango atravessando a rua...
E o BEIJO GREGO, alguém sabe o que significa? Ai tinha gente no grupo que sabia e já praticava... e outros e outras sabiam e não praticavam... e outros e outras que não tinham a mínima ideia, pensaram que se referia àquele filme antiquérrimo, Zorba, o grego, em que os protagonistas dançam uma música lindíssima:
E nossa pesquisadora já foi nos fornecer todos os dados: Em 1964 no Brasil;
Um escritor inglês chega a Grécia e pega um navio, pois vai até Creta para trabalhar em uma mina que herdou do pai, um grego de nascença. Logo ele conhece Alexis Zorba (Anthony Quinn), um determinado camponês grego que também quer trabalhar na mina. Os dois acabam indo se hospedar em um pequeno hotel administrado por uma velha prostituta francesa que é cortejada por Zorba, que encoraja seu amigo escritor para dar atenção a uma bela viúva, que é muito desejada pelos homens do local. A mina necessita de alguns reparos, mas Zorba convence um grupo de monges que permita remover um pouco da madeira de uma floresta deles, que fica em uma montanha próxima e inventa um meio de transportá-la para a mina. Quando Zorba e seu patrão retornam à cidade, a velha prostituta ajuda o inglês a superar sua timidez. Assim, ele toma coragem e vai visitar a viúva e os dois acabam fazendo amor. Mas rumores começam a percorrer a ilha após o escritor ter sido visto entrando na casa dela e um dos muitos admiradores da viúva é tomado pelo desespero e se suicida. Em virtude deste acontecimento, os aldeões começam a apedrejá-la e o escritor, testemunhando tudo aquilo, manda chamar Zorba. Quando ela está prestes para ser esfaqueada, Zorba chega e interfere, fazendo o agressor soltar a arma, mas quando tudo parecia contornado ela, em um momento de descuido, é apunhalada pelo pai do jovem que se matara. Sentindo que a prostituta estava prestes a morrer, Zorba bondosamente concorda em se casar com ela e enquanto trabalha na mina fica sabendo que a saúde dela piorou. Ele volta rápido e ela morre em seus braços mas, apesar das mortes, o trabalho não pode parar e a vida continua com todo seu esplendor, não importando o que aconteça.
E trata-se de filme SBCense: sobre amizades e sobre viver a vida intensamente. Mas não tem nada a ver com o beijo grego! Quem quiser que pesquise sobre isso, vai que até já pratica e nem sabe que assim se chama...
Enfim, o assunto mais sério foi o relato de SBCense sobre seu passeio de domingo passado:
- Estava descendo da savassi para a praça da estação, passando pela feira da Afonso pena... atravessando a rua na Boa Viagem eu ouvi um grito de criança: MÃE!!! CORRE!!! Era um menino atravessando a rua e gritando pra mãe pra ela atravessar correndo que já vinha um carro... a mãe atravessou e respondeu crispando os dentes: Já te falei pra não gritar na rua!!! Ai, gente, eu tremi... e virei o olhar pra ver: era uma criança de uns 6 anos... e o que eu mais reparei foi a roupa da mãe, uma roupa azul, triste, com mangas bufantes e saia rodada até embaixo do joelho, penso que poderiam estar indo ou saindo de uma missa - ou um evento evangélico, foi o que me pareceu.
Mas o que me veio imediatamente à lembrança foi a cena mais linda do filme O filho de mil homens, onde podemos "reaprender" a soltar o grito, reaprender a respirar, uma vez uma psicóloga me disse: já reparou que a criança, quando o pai ou a mãe diz "pára de chorar", a primeira coisa que ela faz e segurar a respiração? Nós, então, acostumamos a respirar somente até o peito, deixamos de respirar profundamente, até a barriga... por consequência, temos dificuldade de tomar contato com as nossas emoções... e gritar, também, tem a ver com essa "recuperação do respirar".
E uma de nós lembrou de ditado popular, da roça, dos fuxicos: "É de 'minino' que se torce o pepino". Assim como no cultivo do pepino, onde se molda a planta desde cedo para crescer reta, é na infância que internalizamos valores, sejam eles valores para o bem viver, sejam eles valores para a "não vida", para o individualismo, para a exploração de outros seres humanos, para a não humanidade, enfim...
E nosso desfile oficial: Como sempre na terça feira de carnaval, este ano dia 17.fevereiro, sempre a tarde, a partir das 13 horas, na mesma Rua Vila Rica um pouco mais pra cima, numero 1471, Adega e Espeteria Brothers. Sempre só rodeando o quarteirão, somos mais de concentração e dispersão...
Agora, vejam, não temos um tostão, nenhuma grana, precisamos da ajuda de todas as pessoas:
Se for mais fácil um pix faça no 31 996362288 e manda comprovante no mesmo numero via Whats, por favor🙏 . Desde já nossa gratidão imensa... e até lá...
CENÁRIO: Pôster do Cartola, máquina de datilografia anos 60, chapéu de bruxa, muitos livros... e o pilão... e o grande brinde: "À vida! Aos amigxs!"
A RECEITA: esprema um limão e acrescente umas folhas de hortelã; bata com um pilãozinho, não o da foto, como queriam alguns.
Se não tiver o pilãozinho bata com o cabo de uma faca... bata de qualquer jeito, mas bata, ou melhor, macere... levemente para não amargar, apenas para liberar aroma e sabor ... amasse; acrescente acuçar refinado, água com gás, gelo... e decore com folhas de hortelã e uma rodela de limão ...
Esta é a receita de Jani, grande bar woman - nós do SBC adoramos encher a bola de todos nós, até por puro interesse - do famoso mojito, coquetel cubano famoso por ter sido apreciado pelo também famoso escritor Ernest Hemingway (“O mundo é um bom lugar e vale a pena lutar por ele").
Ai você acrescenta o rum - cubano, branco - quanto você queira... ou não acrescente, como fizemos.
E a grande aprendizagem da noite, fora as outras (trocas, amizades, crescimento mútuo):
A PRÁTICA DA SOLIDARIEDADE NOS ENCHE DE ALEGRIA E PRAZER;
E outra aprendizagem, fundamental para o bem viver: A PRÁTICA DE ABERTURA PARA AS DIFERENÇAS, ESSAS SÓ NOS FAZEM CRESCER!!!
O que é do humano não nos assombra...
Tínhamos planejado desde dezembro esse encontro, para acolher amigue que tinha feito cirurgia pesada e estava sem beber... e experimentamos - nós do SBC queadoramosuma cerva, praticar o "não dependemos disso para curtir"... pois não é que deu certo!!!
Os drinks estavam de-li-ci-o-sos!!! A conversa, então, nem se fala... grandes trocas:
- Começamos pelo cinema - A ARTE SALVA!
A arte é democrática, é inclusiva, une as pessoas, a arte abraça a diversidade. Por isso é que a arte é uma ameaça ao autoritarismo, ao fascismo... E a arte oportuniza ótimas conversas.
Tem gente que começa a contar o filme e vai até o final! Ela não só recomenda, ela conta em detalhes!
A empregada, longa-metragem de Paul Freig, thriller psicológicoadaptação do best-seller de Freida McFadden, conta a história de Millie Calloway, uma jovem com um passado turbulento que busca um recomeço, então se candidata para trabalhar como empregada doméstica. Ela é contratada por Nina e Andrew Winchester, um casal milionário e perigoso, mas o trabalho se mostra muito mais difícil e sofrido do que imaginava. Nina sabota todas as tarefas da casa, conta mentiras sobre a filha e tortura o marido com chantagem psicológica, mas Millie aceita tudo de cabeça baixa por empatia com Andrew e porque acredita que não conseguirá oportunidades melhores por causa de seu histórico problemático. No entanto, com o tempo ela descobre que os segredos da família Winchester conseguem ser bem mais sombrios e perigosos do que os seus.
Pagamos só meia... e serviu de pré-texto para conversarmos sobre a questão de gênero.
Daí lembramos de Judith Butler ... Feminismo e subversão da identidade - sexo/gênero/desejo. O título já nos traz ótimas conversas:
- Pra começar, uma distinção entre sexo e gênero é de fundamental importância para ampliarmos nossa compreensão sobre assunto tão tabu na nossa cultura:
Butler distingue sexo (uma "facticidade biológica") e gênero (a "interpretação ou significação cultural daquela facticidade)". Argumenta que o conceito de gênero é melhor entendido como performativo, o que presume a existência de uma plateia social. Também defende que as performances femininas são forçadas e reforçadas por práticas sociais históricas. Para Butler, o "script" da performance de gênero é transmitido sem esforço de geração em geração na forma de "significados" socialmente estabelecidos: Butler afirma que o "gênero não é uma escolha radical ... [nem é] imposto ou inscrito no indivíduo". Dada a natureza social do ser humano, a maioria das ações é testemunhada, reproduzida e internalizada e, assim, assume uma qualidade performativa (ou teatral).
E reportamos a posts do blog, de conversas de setembro de 24 - sobre amor, sexo e gênero: refletimos, a partir de Butler, as inúmeras identificações de gênero que podemos fazer, ou seja, uma linha entre feminino e masculino que deve ir de 0 a uns 30 a 40 tipos... e escolha de sexo, ou seja, quem escolhemos como parceirx para nossas relações afetivo-sexuais. Exemplos: um homem gay namora - fica - transa - com um homem trans; uma mulher trans gosta de transar com homens gays... e assim vai... porque isso é de fórum íntimo! e a hétero normatividade é histórico cultural!
Repetimos: o que é do humano... não nos assombra...
E chegamos ao conceito de autenticidade, aquele de AlmodÓvar: "Quanto mais eu me aproximo daquilo que sonhei pra mim mesmx".
E tínhamos entre nós grande cineasta! o filme A HISTÓRIA DAS TRÊS MARIAS está no youtube, completo, lindo! Nada melhor do que conversar - e assistir, e conversar... - filmes brasileiros - nos servem como memória, contar nossas histórias... conversar sobre nossas histórias ...
https://youtu.be/6ooSmmZWr4c?SI=tRdACM_slv351LiC
Ai já tínhamos bebido todas!!! e já estávamos chapadérrimxs!!! sem nenhum álcool! teve gente que queria beber o detergente, pois parecia com uma batida de leite condensado:
E riamos muito...
E cantamos muito também... ótimas performances, interpretações fabulosas, os tons era que não eram os mesmos, cada um no seu tom ... não vejam o vídeo... ou vejam, e riam.
E a noite acabou com nosso receio de algum vizinho apagar a luz no apartamento, pois isso já aconteceu uma vez... e terminamos a noite à luz de velas, naquela ocasião. Nessa quarta "xs delinquentes" desceram o elevador cantando e ouvi daqui de casa, ainda cantaram na rua... e brindei "À VIDA", "Aos amigos e amigas e amigues"... 'Quem tem amigo tem tudo!'
Vocês já viram unhas tão maravilhosas? É de uma pessoa autêntica...
Abriga mais de 2000 espécies de plantas e animais, sendo muitos deles em extinção. Tem fácil acesso, com estradas pavimentadas e em boas condições para chegar até a sua sede. Mais de 140 cavernas, mais de 80 sítios arqueológicos e pinturas rupestres, além da tribo indígena dos Xakriabás.
A origem data de milhões de anos, ainda quando parte do Brasil estava submersa pelas águas de um mar interior e que com a elevação do nível da Terra fez secar esta água. Este processo deixou inteiros grandes maciços de calcário que hoje abrigam milhares de cavernas espalhadas pelo Brasil. O Rio Peruaçu, um dos afluentes do Rio São Francisco, teve seu curso natural fechado por um desses maciços e com o tempo a ação erosiva das águas foi esculpindo o calcário, em busca de uma saída.
A ação do tempo resultou num conjunto de cavernas, muitas ainda virgens, que tem atraído espeleólogos em busca de grutas ainda não catalogadas. A visitação pública deve ser feita com muito cuidado para não danificar os espeleotemas que levaram milhões de anos para se formar.
E foi nesse lugar inacreditável de bonito que aquela turma da primeira foto fomos passar 4 dias, de 31 de dezembro 2025 a 4 de janeiro 2026. Sob o comando da nossa querida Cleide,Na trilha Ouro Preto, Instagram acima. A mulher é porreta demais para coordenar uma turma, de uma maneira leve e firme, alegre e determinada... e por aí vai ... absolutamente tudo planejado em detalhes: a pousada, a família linda que nos acolhe com o maior carinho e as melhores comidinhas; a família de guias nas excursões e passeios diários, boas conversas, boas histórias, alegria, grandes ensinamentos sobre a história e a natureza. Enfim, "uma autêntica imersão na natureza", como costuma dizer nossa querida guia Cleide.
Eu estava sem celular e minha querida companheira de caminhada fez a foto acima, entre outras, a meu pedido. Sobre a origem do nome e a localização do parque. Aliás, ela era a mais nova do grupo e eu a mais velhinha... ou seja, o grupo "percorre" no mínimo 60 anos. E uma aprendizagem rica para a vida vem a ser "cada pessoa saber reconhecer seus limites e suas possibilidades". E buscar ajuda... e buscar trocas enriquecedoras...
NOSSOS PASSEIOS:
Primeiro dia, 31.12.25: caverna REZAR... Gigante!. Um deslumbre... muita história, muita espiritualidade... e muitos degraus na subida e na descida... light pras velhinhas e pros adolescentes...
Voltando... todo mundo pra piscina, quentinha! do sol! Até a virada ... teve gente que não aguentou ... Muita conversa boa, cerva, vinho, espumante... Música ao vivo, bacanérrima... E ceia ma-ra-vi-lho-sa, comida geraizeira, como costumamos dizer, nós do Jequi, Mucuri e norte de Minas.
Segundo dia: 1 de janeiro de 2016: Passeio pela Lapa do Caboclo e Carlúcio, filho do Dico, passamos pela sua casa. E na caverna do Carlúcio temos um grande painel de arte rupestre, próximo a entrada da mesma. Tem gente que acha que foram os guias que pintaram!
Caminhada leve, contemplativa da natureza pelas matas de galeria, mata atlântica, cerrado e caatinga, cerca de 5 km.
Muita gente pensa que existe fake news nessas informações de quilometragem, porém a experiência é divina.
Terceiro dia: 2 de janeiro: Circuito Arcos do André, mais Troncos e Cascudos, mais Mirante do Mundo Inteiro. Aproximadamente 16 km. Circuito mais exigente da expedição, nível de dificuldade HARD. Formações rochosas exuberantes e visual grandioso do Mirante do Mundo Inteiro. Teve gente que não foi, ficaram na piscina dia todo, esperando a turma chegar pra dar um 'tibum' e beber umas, churrasco e música ao vivo...
E quarto e último dia: Gruta do Janelão, nível de dificuldade moderado, esforço amplamente recompensado pelas paisagens no interior da gruta. Experiência de ressignificação de cavernas, ou grutas, antes nos parecia lugares fechados, escuros, úmidos... nada disso! A imensidão da gruta do Janelão, parecem quatro ou cindo grutas separadas por claraboias onde se via o céu lindo, por entre espeleotemas* deslumbrantes, onde fazíamos exercícios de pareidolia*, divertidíssimos...
E depois passeio de barco pelo São Francisco, com por do sol inédito: na verdade não tinha por do sol porque estava nublado, porém porém o sol irradiou suas luzes e nos contemplou com nuvens coloridas de rosa, verde... nunca tinha visto coisa mais linda...
PALAVRAS NOVAS:
1. Coletivo de borboletas: "Panapaná" ou "panapanã" vêm do tupi panapa'ná. A região é cheinha de panapapás de borboletas amarelas.
4. K-POP: são músicas POP coreanas, geralmente músicas de DORAMAS, que são filmes ou séries (ou novelas) de origem asiática. O termo “dorama” vem da pronúncia de “drama” em japonês. Pois o repertório musical do nosso querido motorista não era lá muito extenso... e de três em três músicas se repetiam duas K-POP doramas... até cansar... e, de alguma maneira, se transformar no nosso hino... embora a gente prefira um sambinha.
5. Espeleotema*
Do grego, "depósito de caverna" ou concreção é o nome genérico de todas as formações rochosas que ocorrem tipicamente no interior de cavernas como resultado da sedimentação e cristalização de minerais dissolvidos na água. Então, o conjunto dos estalactites e estalagmites, os cogumelos, todas aqueles formatos maravilhosos que vimos nas cavernas, tudo isso constituem os espeleotemas.
6. Estalactites e estalagmites:
As estalactitese estalagmitessão formações minerais encontradas em cavernas.
Trata-se de uma tendência - e/ou reação do cérebro - da nossa percepção, de impor uma interpretação significativa a uma estímulo, geralmente visual, de modo que vemos objetos familiares onde existem outras formações. Exemplos comuns são imagens percebidas de animais, rostos ou objetos em formações de nuvens - quem nunca já ficou por horas olhando pro céu e vendo inúmeros objetos e outras figuras?, eu fazia isso muito quando criança. Esse fenômeno de alteração de percepção não é considerado, normalmente, um problema sério, a não ser que se associe a outros distúrbios - delírios, alucinações, obsessões...
E, com isso, chegamos às ...
TRETAS:
1. pareidolia era o que não faltava em todas as cavernas... Víamos de tudo, teve gente que até conversava com as tartarugas ninja, teve gente que lembrou de Antoni Gaudi, famoso arquiteto espanhol, e do Templo da Sagrada Família, em Barcelona, poia a entrada de uma caverna era "a cara" do templo. Serviu de pretexto para "planejarmos uma viagem à Europa, quem sabe... E teve gente - ou gentes - que, na LAPA DO CARLÚCIO, se não me engano, vimos uma enormidade de falos, falinhos e falaços... aff... foi difícil sair de lá ...
2. Teve gente que "apaixonou", fez tatuagem (falsa) com o nome da pessoa no braço, maior PIROPA! nós do Coletivo SBC usamos esse termo - aprendido com Chico Buarque - para CANTADA... e tem as piropas legais, correspondidas, e as piropas ruins, quase assédio, diríamos... E não confundam : trata-se de piroPa. Mas essa piropa não colou... e a pessoa custou a "apagar" o nome da outra, "tatuado de mentirinha";
3. Por falar em tatuagem: tivemos uma noite de tatuagens!!! Grande tatuador das geraizeiro...
A menorzinha e mais comentada, uma "tatuagem participativa", com torcida, enquete sobre a cor, platéia e tudo mais: a "mandioca", na verdade uma pintura rupestre de uma das cavernas... o neto veio correndo lá da cozinha, a treta já estava por lá: "Vó, verdade que você vai tatuar uma mandioca!!!"
4. E a treta das tretas: o 'homi' da melancia - ou: A melancia da discórdia. Cada um(a) deve ter uma história sobre essa treta. A minha é essa:
Pensa num 'homi bunito'.......... esse é mais ..... não tem uma mulher que não se encante com o seu sorriso ... e ele parece que vive sorrindo. Hypado!
E uma das nossas já tinha ido nessa expedição no ano passado e contou pra todo mundo sobre o 'homi' um dia antes ... e com tal ênfase que todas já tinham fantasiado milhões de coisas - tipo um exercício de pareidolia: a camiseta mostrando os músculos, o caldo da melancia caindo no seu peito...haja imaginação - e eu não tinha participado desse exercício, só fiquei sabendo por alto...
E fiz o meu exercício a partir de matéria do Fantástico (acho) vista recentemente. Pois quando estávamos no rio São Francisco, eu na areia e todas na água, o 'homi' chegou da água (parecendo abertura do Fantástico) com a melancia enorme na mão... aí eu comecei a gritar pro povo: venham!!! o 'homi' da melancia!!! ela já vai cortar e dita! e é muito rápido!!! e ele ficou sem graça e disse: Não, não é rápido não, eu corto devagar... foi aí que vi que não era o 'homi' do Fantástico... kkk
Mas quando a mulher dele, que o ajuda na barca, viu aquele entusiasmo, as mulheres todas correndo e saindo da água, ela correu pro lado dele e ficou ali de olho. Gente, e todo mundo chupando a melancia - docinha... - e huuummm - fazendo pareidolias mil ...
Ela não desgarrou dele nem mais um minuto. Imaginamos 'pareiodolicamente' que, naquela noite, ele tinha dormido de calça jeans. "Agora você corta essa melancia só pra mim, depressinha!", dizia a mulher... tudo pareidolia ... e risaiada...
Enfim... a despedida no cactos florido da casa dos nossos queridos anfitriões, lindo:
E uma pareidolia final:
Brincadeira ... só uma lagartixa enorme na parede da piscina...